quinta-feira, 4 de agosto de 2011

As I Lay Dying (2x22) - TVD

meu post indignadíssimo no fotolog - trazendo pra cá!
[postado em 14/05]
Na quinta-feira saiu o season finale, para quem não sabe, foi o episódio que fecha a 2ª temporada! Como era de esperar, o epi. foi fantástico, do início ao fim. Vamos a algumas cenas da série: [spoilers, spoilers]

- Todo mundo estava ansioso para saber se Damon se salvaria, afinal de contas, ele é vampiro, e vampiro não pode ser mordido por lobisomem. Em pouco tempo, Damon morreria. CLARO QUE STEFAN SE VIU NA OBRIGAÇÃO DE SALVAR A VIDA DO IRMÃO! E quem tinha "a cura"? O vampiro-lobo Klaus, o mais poderoso de todos, o vampiro original (de onde surgiu tudo). Ele era a cura! O sangue dele! Ele é vampiro e lobo ao msm tempo, dsd que aconteceu o sacrifício (epi 21).
 

-Falando em Klaus... semana passada vcs me viram toda revoltada com Elijah (por ter salvo a vida de Klaus), então, eu estava certa! Klaus deu um Zé em Elijah! [ACHEI ÓTIMO!] Quem mandou confiar no irmão pretensioso? Klaus matou Elijah e guardou o seu corpo num caixão e mandou que o seu babão o guardasse junto com os outros familiares. Digaê, o caba andar com os parentes mortos por 500 anos... vai ser morbido assim onde quiser!

-Stefan:
Klaus liberou o sangue, pq ele e Stefan fizeram um trato - esse meu post deveria estar lá em cima, abstraiam - Agora Stefan vai voltar a matar tudo quanto for humano na frente dele! E, provavelmente, Elena, namorada de Stefan, vai dar uns pegas em Damon. [As Delenas vão amar essa 3ª temp!] Poxa, Klaus ñ deixou nem que Stefan fosse na casa dos Salvatore’s deixar o sangue... ainda bem que a bitch da Katherine (vampira que transformou os irmãos Salvatore) fez sua função direitinho...
  

- Jeremy: ele é irmão de Elena, namorado da bruxa Bonnie e levou um tiro da Xerife, mãe de Caroline, a vampira Barbie, fiquei arrasada! Mais uma morte! Ainda bem que Bonnie, com a ajuda dos espíritos da bruxas, mais precisamente Emily, conseguiu ressuscitá –lo. Mas Emily alertou “Quem volta, nunca volta como era antes”. E assim aconteceu, nos segundos finais, Jeremy acorda e começa a ver duas vampiras que morreram na 1ª temporada!
 

- E agora? Jeremy vai ficar vendo gente morta o tempo todo? (lembrei de Sexto Sentido); Qual será o destino de Delena? Juntos, separados?? Caroline vai ficar com Tyler (Matt é lesão)... AGORA SÓ EM SETEMBRO! ¬¬’ Uma pena!!! Super-indico que vejam a série! É viciante!


The Sun Also Rises (2x21) - TVD

meu post indignadíssimo no fotolog - trazendo pra cá!
[postado em 07/05]
Indignadíssima com os fatos do episódio 21 da segunda temporada de The Vampire Diaries:


-Jenna, tia de Elena, virou vampira e morreu no sacrifício de Klaus fodão;



-Damon foi mordido por um lobisomem. E sabemos que mordida de lobo é fatal para um vampiro! Damon vai morrer :'(

-Se arrumaram um jeito de trazerem Elena humana após o sacrifício, então arrumem uma maneira de salvar Damon! Até porque se um morre, todos (Elena, Damon e Stefan) têm que morrer! RUM!

-Estou odiando Elijah, poxa, tinha que salvar Klaus?? Todos os esforços foram em vão... Elijah traiu a todos. Não gostei disso... ou seja, 3ª temporada Klaus estará mais fodão do que na segunda... não gostei! Elijah, eu acho que você foi enganado, baby!

Falei demais... abstraiam!

domingo, 10 de julho de 2011

Frases de "A menina que roubava livros" (ZUSAK, Markus. 2005)




"Não ir embora: Ato de amor e confiança."
"Como se dá a alguém um pedaço de céu?"
"Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo."
"Com um sorriso desses você não precisa de olhos."
"Se ao menos pudesse voltar a ser tão distraída, a sentir tanto amor sem saber..."
"Uma sobrevivente. Um acordeão quebrado. Um beijo tarde demais. Um livro perdido e devolvido em tempo."
"O meu coração é que está cansado."
"Ela roubava livros, ele roubava as estrelas."
"..uma série de ferimentos aflorou à superfície da pele. Tudo por causa das palavras."
"Erros, erros, às vezes parece que isso é tudo de que sou capaz."
"Talvez algumas fantasias só devam ser vividas em nossos sonhos."
"O ser humano é contraditório. Um punhado de bem, um punhado de mal. É só misturar com água."
"Não ir embora: Ato de amor e confiança."
"Um não podia existir sem o outro (...) eles eram uma coisa só."
"Duas palavras gigantescas: Sinto Muito."
"Ele lhe dera as mais belas páginas de sua vida."
"Até a morte tem coração."
"Desejou que ele a beijasse. Quis que ele arrastasse sua mão e a puxasse para si."
"Como todo sofrimento, esse começou com uma aparente felicidade."
"A única verdade que realmente sei: Os seres humanos me assombram."
"Em algum lugar, em toda aquela neve, ela via seu coração partido em dois pedaços."
"O que mais gostava era a música. Sempre a música."
"Quantas vezes teria que dizer adeus?"
"Era tarde demais para desculpas."
"As palavras caíam de sua boca feito pedras preciosas."
"Quero uma coisa nova." Pensara consigo mesma."
"Passos, pensamentos e dúvidas."
"Tento ser otimista."
"O silêncio não era quietude, nem calma, e não era paz." 
"O único dom que me salva é a distração."
"Não sou muito boa nessa história de consolar."
"Não disse absolutamente nada. Do que adiantaria? Era completamente inútil."
"Não desistiremos. Não descansaremos. Seremos vencedores. Chegou a nossa vez."
"Não consigo explicar a intensidade de minha decepção."
"Fez do sofrimento sua vitória."
"Decididamente eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável... Só não me peça para ser simpática."
"Estava em mais um lugar estranho, com mais gente estranha. Sozinha."
"Será que você pode fazer o favor de calar a boca, só por cinco minutos?"
"O mundo é uma fábrica. O sol a movimenta, os humanos a dirigem."
"Sorte sua eu gostar de você."
"Erros, erros, às vezes parece que isso é tudo de que sou capaz."



sábado, 11 de junho de 2011

Aos mestres...

... uma crônica que Luciana Costa (em 24/05/2011) postou no face. Leia, vale a pena! 
Mas se tiver com os olhos doendo, tem nada não, clica no vídeo abaixo e assista à interpretação da atriz Eliane Giardini.

 
Um mestre - Alcione Araújo

     Com o seu próprio apagador - me intrigava a ideia doida de ter um apagador, e levá-lo a cada sala, junto a livros e listas de chamada - apagava a lousa em silêncio. Tirava de nossa vista os riscos, grifos, setas, datas, nomes, palavras, esboços dos caminhos para o mundo que o professor da aula anterior nos descortinara. Antes de qualquer coisa, fazia questão de ter o quadro imaculado, com um frescor inaugural. Ali, ele inscreverá as trilhas, as rotas, os atalhos e precipícios, que nos conduzirão ao mundo de sua devoção.
      Professores são cicerones de jovens na primeira viagem. Éramos turistas afoitos, inocentes, dispersos, irreverentes e alegres. Cada qual a seu modo, eles nos pegavam pela mão e nos mostravam o mundo pelo qual se apaixonaram, e que gostariam que nos apaixonássemos.
      O professor Luíz Gonzaga dava aulas de Português. E que aulas, meu Deus! Por favor, meu caro leitor ou leitora, não avalie, a competência e a paixão do professor, por este balbucio que ora lê. Para ele, a língua deveria ser simples sem ser superficial, prenhe de metáforas para dizer o indizível, na qual as palavras voassem como pássaros em bandos ordenados. Não se contentava em ensinar o português, ensinava a nos apaixonarmos pelo português.
     Usava terno e gravata, sob o guarda-pó branco, óculos de tartaruga e o intrigante apagador. Limpo o quadro, virava-se para nós, e apertava as mãos sobre o peito. Olhava-nos com um sorriso suave. Silenciávamos, sem palavras nem carrancas, bastava aquele sorriso suave.
     E era suavemente que dizia o poema, sem declamar, nem representar. Dizia-o para que as palavras, as metáforas, o ritmo, a harmonia, o significado chegassem a nós:
Este é tempo de partido
tempo de homens partidos.
Em vão percorremos volumes,
viajamos e nos colorimos.
A hora pressentida esmigalha-se em pó na rua.
Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos.
As leis não bastam. Os lírios não nascem
da lei. Meu nome é tumulto, e escreve-se
na pedra.
       E só então, arrepiado de emoção, puxando-nos pelas mãos, mostrava a beleza de cada palavra, o ritmo interior do verso, a invenção, a metáfora, a significação, a revolta...E nós, menos que adolescentes, percorríamos os labirintos de Drummond e, dali, seguíamos viagem, sem escalas nem baldeações, para a gramática, a análise sintática, a racionalização que facilita a compreensão. Eis que, sem notar, estávamos a reler versos, a confirmar que quanto mais os compreendíamos mais nos emocionávamos. Que, enfim, a cultura educa a sensibilidade. O fim da aula sempre me apertava o coração.
     A vida me concedeu verdadeiros mestres, privilégio que tenho sempre presente. Homens e mulheres generosos que não só me doaram o que sabiam, como me ensinaram a paixão pelo saber. Devo a esses mestres - dos quais, ingratamente, ignoro paradeiro e destino, exceto alguns, mais próximos e não menos lembrados - quase tudo do pouco que sei. Você, meu caro leitor ou leitora, também deve ter os seus mestres eternos. Pare e pense. Faça um esforço para se lembrar. Onde estarão eles agora? Estarão vivos ou mortos? Aposentados, descartados, abandonados? Ou estarão felizes como merecem?
      Não me esqueço da imagem que o professor Luiz Gonzaga deixou entranhada na minha memória emotiva. Um dia, ele se atrasou. Fazíamos a bagunça peculiar à ausência de autoridade, quando ele surgiu lento na porta. Fez-se imediato silêncio, todos sentaram-se, olhos fixos na porta. Ninguém acreditava no que via. O professor estava de óculos escuros, um monte de gaze sob cada lente. Numa mão, o apagador. Na outra, a bengala branca.
     Éramos trinta adolescentes e acabávamos de descobrir a precariedade da vida. As lágrimas me escorriam rosto abaixo. Eu não queria que aquela cambada as visse. Mas quando olhei em volta, todos estavam como eu. Apertavam os olhos para não chorar. Ou para não ver.
       O professor Luiz Gonzaga avançou altivo, tateando com a bengala o caminho até à mesa e pendurou a bengala no encosto da cadeira. Sem apoio, foi à lousa, apagou-a até ficar vazia e imaculada. Virou-se para nós, cruzou os dedos, apertou as mãos sobre o peito, e disse: "Fiquei cego. Não vejo vocês. Apenas pressinto suas presenças. Que ironia, eu não poder mais ler! Agora, sei a escuridão que sentiu Homero". Não havendo escrita então, recitava os próprios versos de cor. Não viu nem cantou o mundo no qual viveu. Eu, a quem não foi dado o verso, posso dizer poemas alheios que decorei. Camões, que via o mundo com um olho só, seria melhor poeta se tivesse os dois? Borges compensou com a leitura a curta visão que acabou em cegueira. Podíamos falar de obras criadas na penumbra ou no escuro... E deu uma aula sobre literatura e cegueira para uma classe que chorava em silêncio.


Sobre o autor: http://migre.me/51Y9F 

P.S.: "A vida me concedeu verdadeiros mestres, privilégio que tenho sempre presente." - Alcione Araújo
  

sábado, 21 de maio de 2011

Nem sei explicar...♪♫ [outra vez, tietagem]

Amigo é uma palavra muito forte! 


Só adicionar uma pessoa em determinada rede social não significa que você é amigo dela. Mas pode tornar-se, não é mesmo? E logo comigo, que sou grossa até umas horas... as coisas demoram para fluir..


Pois bem, há alguns anos, adicionei Talita Azevedo (ou foi ela quem me adicionou no Orkut, não me recordo), passamos a conversar via scraps, depois MSN. Ficamos mui amigas, impossível não ficar amiga da Tali. Quando ela viajou para Paris, foi um Deus nos acuda! Babei, babei lindamente as fotos dela naquela cidade... não que eu seja apaixonada por Paris, mas só o fato de ser solo francês, já me encanta! 

Não falei, mas “conheci” Talita numa comunidade do Orkut, uma que reúne poucas pessoas que realmente participam da comu (como toda comunidade). Estou falando da comunidade ‘Eliane Giardini – Oficial’, que foi criada por Aline Reis e hoje agrupa fãs da atriz. Então, começamos a conversar e fomos criando laços de amizade. Amizade mesmo! 


Certo dia, conversamos sobre assuntos familiares, assuntos que envolvem política... de tudo! Assim como eu faço com as “amigas reais”, digamos assim. 


O tempo passou e os laços de amizade só aumentaram... fico feliz, porque algumas pessoas que comecei a conversar via net, não sei por quê, sumiram, evaporaram.

Então voltando ao assunto “Eliane Giardini - Oficial”, sempre que dona Giardini vai a algum evento, as meninas se mobilizam para ir, mesmo que só vá uma, para dessa forma, ficarmos sabendo do que está rolando. E foi assim quando eu vi o evento “Escritores Brasileiros”, realizado pelo BB em BSB, na cidade de Talita. Assim que eu li, mandei um sms avisando... claro que sim! [cara de Rubia dizer ‘claro que sim] Eu não poderia ficar ‘calada’ diante um evento tão pertinho dela...  da parisienne de ma vie. Avisei-a, ela quis saber mais: ligou pra lá, obteve informações e me pediu uma coisa (da qual não falo nem a pau!), a coisa foi coisada e Talita foi para o evento do dia 18/05! o/

Não vou nem dizer que ela estava muito ansiosa... não sei por que! (As pessoas ficam ansiosas e nervosas, né?! Eu sou relax, é o mundo se acabando e eu nem aí –metida*) ! Mas era Eliane Giardini! Deve ter sido por isso que dona Talita estava ‘in pânico’. Mas deu tudo certo, ela foi ao evento e ‘cheirou o cangote da Giardini’ (ñ cheirou não, é maneira de dizer que Tali estava bem pertinho, bem pertinho mesmo dela). Além de está cheirando o palco, né?! 

Eliane e o escritor Alcione Araújo 
 
Apresentações, leituras e conversas descontraídas entre Giardini e o autor Alcione Araújo (chupa essa manga, o nome do homem é Alcione!) deram rumo à prosa (a prosa, Talita! Entendeu?! Risos, risos, risos).


Finalizada a leitura de algumas crônicas do autor e alguns comentários tecidos por ele, aquele momento encerrava... E agora? O que aconteceu? O público foi embora! [não me recordo se todos foram ou se alguns ficaram...Talita me contou tudo, tudinho] Mas, claro, Talita não foi! Ficou lá, cheirando o palco e rindo para Giardini.

 
Eliane? Sou a Talita do email!
Eu já imaginava. [claro, filha, só você surtada!]
Posso tirar uma foto com você?
Claro, deixa eu descer!

8 anos depois...
 
Talita falou que ela comentou alguma coisa de blog... não lembro bem, mas acho que ela comentava sobre o site. E foi aí, que Talita surtou! Claro, acompanhamos sempre... só fã sabe explicar o que acontece naquele momento...

Faço esse post, pois gosto muito dos trabs da Giardini e da amiga Talita! Eu sei como você (Talita) ficou, totalmente paralisada.. com a voz toda trêmula (falando comigo) e sem voz ao ver dona Eliane, parecia que estava anestesiada, mulher! Risos, risos, muitos risos.

Mais uma vez, muito obrigada por compartilhar tudo conosco (comigo e com as meninas). Torcemos muito para que tudo ocorresse bem! Velha guarda aê, genteee! o/

Vídeo 1:[leitura da crônica 'Dona Alcione'] http://youtu.be/rpLStexp0-w

P.S.: "Nada que vale a pena é fácil. Lembre-se disso." (Nicholas Sparks)